Jeux des Peuples Indigènes
Os Jogos dos Povos Indígenas foram criados em 1996 através de uma iniciativa indígena brasileira, do Comitê Intertribal - Memória e Ciência Indígena (ITC), com o apoio do Ministério do Esporte do Brasil. O primeiro foi realizado em Goiânia, capital do estado de Goiás.
O responsável pela articulação junto aos povos indígenas e a organização desportiva, cultural, espiritual e tradicional é o líder indígena Marcos Terena, que também é fundador e presidente do ITC. Carlos Terena, irmão de Marcos, é o organizador executivo e um dos idealizadores dos Jogos.[1]
No total já foram mais de 150 povos indígenas brasileiros reunidos, tais como Xavante, Bororo, Pareci, Guarani. Inclusive houve delegações estrangeiras indígenas vindas do Canadá e da Guiana Francesa.
Foram realizados jogos nas seguintes cidades:
I Jogos dos Povos Indígenas - 1996
16 e 20 de outubro de 1996 - Goiânia, Goiás
II Jogos dos Povos Indígenas - 1999
14 e 20 de outubro de 1999 - Guaíra, Paraná (na fronteira com o Paraguai e Argentina)
III Jogos dos Povos Indígenas - 2000
15 a 21 de outubro de 2000 - Marabá, Pará (na Amazônia brasileira)
IV Jogos dos Povos Indígenas - 2001
outubro de 2001 - Campo Grande, Mato Grosso do Sul, região do Pantanal)
V Jogos dos Povos Indígenas - 2002
14 a 21 de setembro de 2002 - Marapanim, Pará.
VI Jogos dos Povos Indígenas - 2003
01 a 08 de novembro de 2003 - Palmas, Tocantins
VII Jogos dos Povos Indígenas - 2004
20 a 27 de novembro de 2004 - Porto Seguro, Bahia, local da chegada dos "caraíbas" portugueses.
VIII Jogos dos Povos Indígenas - 2005
18 e 26 de novembro de 2005 - Praia de Iracema, Fortaleza, Ceará
IX Jogos dos Povos Indígenas - 2007
24 de novembro a 1 de dezembro de 2007 - Olinda, Pernambuco
X Jogos dos Povos Indígenas - 2009
31 de outubro a 7 de novembro de 2009 - Paragominas, Pará.
Fotos:
http://noticias.uol.com.br/album/091031_jogos_indigenas_album.jhtm?abrefoto=4#fotoNav=1
Fonte: FUNAI
http://www.funai.gov.br/
Jogos dos Povos Indígenas
Au milieu du chemin
"No meio do Caminho"
Pytéripé pé
Pytéripé pé i tyb'amé oîepé itá
I tyb'amé oîepé itá pytéripé pé
I tyb'amé oîepé itá
Pytéripé pé i tyb'amé oîepé itá.
Aan xe sessaraine cuapabuera sui
ecobépe xe essápupé caneõgatu.
Aan xe sessaraine pytéripé pé
I tyb'amé oîepé itá
I tyb'amé oîepé itá pytéripé pé
Pytéripé pé i tyb'amé oîepé itá.
Traduction en tupi de Gerobal Guimarães
(page 133 de "Drummond: a Lição do Poeta" -
Edition Commémorative du Centenaire de Naissance de
Carlos Drummond de Andrade, Teresina, Corisco, 2002.
Au milieu du chemin
Au milieu du chemin j'avais une pierre
j'avais une pierre au milieu du chemin
j'avais une pierre
au milieu du chemin j'avais une pierre.
Jamais je n'oublierai cet événement
dans la vie de mes rétines tant fatiguées.
Jamais je n'oublierai qu'au milieu du chemin
j'avais une pierre
j'avais une pierre au milieu du chemin
au milieu du chemin j'avais une pierre.
Traduction en français de Didier Lamaison
Enterrés vivants - FAUX
Des enfants enterrés vivants
Cette vidéo est fausse !
‘’A exposição dos Suruwahá na internet por meio do site YouTube e de uma página específica para contar a história da índia adotada pelo casal Suzuki, a Hakani, onde apresenta um filme com produção de empresa privada, é grave e exige que a FUNAI, por meio de suaprocuradoria, entre com representação contra a JOCUM. Os vídeos divulgado são desrespeitoso,afronta a verdade e expõe os Suruwahá para a opinião pública desinformada dos meandros culturais,como bárbaros'’
Algumas denuncias contra a Jocum são:
- Proselitismo religioso: impor o evangelismo a um povo indígena;
- Retirada de crianças da aldeia para adoção e remoção de índios da área indígena, incluindo crianças, sem comunicar a Funai: Cimi e antropólogos argumentam que isso pode ter aumentado os suicídios;
-Escondem e disfarçam a intenção de evangelizar;
- Presença ilegal na área: sem autorização formal à Funai
- Desestruturação da sociedade Suruwahá, por meio da introdução de novos valores que desestrutura a cosmologia tradicional;
-Preconceito contra os índios (chamam eles de incapazes, medrosos, inflexíveis, selvagens, insensatos, frágeis psicologicamente?)
-Filme feito ilegalmente, com recursos dos Estados Unidos e equipe de cinema holywoodiana, que acirra o preconceito contra índios em defesa do trabalho pró prio;
-Influencia os índios contra funcionários da Funai (pois só eles dominam a língua), e estes funcionários foram várias vezes ameaçados de morte por isso;
-Escravidão de comunidades indígenas em investigação pela PF
O laudo completo feito em Junho de 2008 ,encontra-se em:
http://brasil.indymedia.org/media/2008/07//425032.pdf
De acordo com o site hakani.org :
‘’Nenhuma criança se feriu durante as filmagens. As cenas de enterro, apesar de parecerem reais, foram feitas com truques cinematográficos de Hollywood. O diretor do filme, David L. Cunningham, utilizou bolo de chocolate esfarelado para parecer terra. Uma brincadeira foi feita então, onde as crianças foram convidadas a comer a “terra” de chocolate e então, com truques de fotografia e edição, as cenas de enterro foram produzidas. A criança que interpreta a pequena Hakani bebeu leite com chocolate que imitava uma poça de lama, e comeu balas de goma em formato de minhoca!
A segunda parte do documentário traz depoimentos de indígenas sobres suas experiências pessoais com infanticídio onde eles pedem que seu povo pare com essa prática.'’
Observação: Esse post não é um posicionamento nem contra o Infanticídio nem a favor, porem sim um alerta sobre certas coisas que não foram tão abordadas por trás da questão.